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Ana is on my mind

O gosto da pólvora da sua saliva, de vez em quando, volta a ponta da minha língua como um lembrete do que me foi tirado, do que foi perdido. Lembro-me do gosto de sua agridoce alma e era muito para se abrir mão, pois éramos dois furacões se encontrando e eu pude ver o olho do furacão, pude entrar em contato e segurar você pelas mãos e dentro do nosso desastre natural, tudo era calmo, tudo era certo. Como números pares.
Quando os flashes de memória vem tarde da noite para magoar os cortes que ainda estão cicatrizando, como uma verdadeira masoquista, coloco as músicas que conectei com a sua partida. Forget Her, do Jeff Buckley e If you see her, say hello do Dylan. Essas músicas machucam mais do Say Yes do Elliott Smith, que eu te cantei naquela manhã que estávamos subindo a Rua Augusta.
Faz um bom tempo que meu coração não vomita palavras referentes a você. É só que esse mês faz um ano daquele dia que o mar interior não se conteve e começou a vazar freneticamente em meio a meia dúzia de…

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