O gosto amargo do silêncio.




Observo-te enquanto ainda é dia.
Um ou dois olhares trocados por hora.
Doces olhares.
Embriagar-me-ei com tua presença.

E me pergunto: '' E se. ''
Sempre me pergunto o que iria haver.

Ternos são meus amores.
Entanto, são amargos.
Deixam-me deitada no chão gritando por súplica.
É um eco-oco.

São inexpressíveis esses meus vazios.
Silêncios abafados na alma.

Só o que eu peço todos os dias,
Olhando para a noite estrelada é:
Se importe.
           

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