Les fleurs jaunes qu'il voyait de la fenêtre de ma chambre



Flores amarelas
que choram
quando não há
velas
para ilumina-las
na escuridão
sem fim.

Flores vivácias
ah,
as acásias
que me lembram
o acaso
da solidão
que me deixou assim.

Flores de matizes
ofuscantes
não transpassam
meu semblante
mas quando caídas
no chão
ficaram tão
sem mim.

Sem fim
a fim
de mim
com
outros céus
de cores ofuscantes.

E o Sol irá brilhar
na varanda
do quintal

E a Lua irá sair
quando o Sol se pôr
no patamar
da sala de estar.

Há chuva nessa tarde,
e você não está comigo
para conversar sobre o dia
e me envolver nos teus braços frágeis.

És minha flor,
mortal

És a flor amarela
que jogada
no chão
daria uma boa tela.

Comentários

Postagens mais visitadas